A obra retrata um gangue que anda pelas ruas, especialmente durante a noite. Os elementos são hábeis para assaltar casas de luxo, bancos e milionários. Costumam dividir a meias os lucros no fim de cada roubo. Durante o dia, um deles foi até uma feira de velharias para ver se encontrava algo que lhes interessasse, mas não havia nada. Reparou numa jovem que parecia ter aspeto de ser rica. O gangue resolveu raptá-la e pedir o um resgate. Para Catarina Santos, de 32 anos, que sofre de epilepsia, este livro “é derivado da imaginação, onde fala de um grupo de bandidos e assaltantes, que atuam durante a noite, na zona de Lisboa”.
“Fui buscar uma parte da história aos meios de comunicação, que vejo todos os dias”, disse Catarina Santos, afirmando que se dedica à escrita durante o tempo que não consegue arranjar trabalho. “A ideia de editar o livro foi da minha mãe, que sempre me incentivou a escrever e fazer aquilo que gosto”, frisou.
O livro foi apresentado por João Carlos Costa, que admitiu que “numa sociedade virada ao contrário, percebemos que existem projetos como é o caso da Catarina, onde verifica-se uma união familiar que ajudou na concretização de um sonho”. Também afirmou que se “a sociedade fosse mais unida, a vida era mais fácil em termos sociais e o livro é o resultado disso“.
“A obra é o resultado de uma força familiar, que luta contra uma doença, para conseguir concretizar um sonho”, disse João Carlos Costa, adiantando que “o livro é simples e lê-se rapidamente, e conta-nos uma história muito interessante”.
Para os pais da autora e irmão, “este é um dia de bastante orgulho, sendo uma vitória, para alguém que passou por muitos momentos de dificuldades e luta”. “Sempre a incentivei a escrever e a lutar de forma a conseguir concretizar os seus objetivos. Assim o livro é um sonho meu e dela”, frisou a mãe da autora, que deixou um recado para todas as mães que tenham filhos com doenças parecidas com a da autora: “Incentivem os vossos filhos a lutarem e a nunca desistirem dos seus sonhos”.





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