“Em 40 anos conseguiu multiplicar as suas atividades, aumentaram a formação em diversas áreas, empregabilidade, terapêutica operacional até à auto sustentação, com a venda das flores que dá para sustentar a atividade e apoiar outras obras sociais”, adiantou Marcelo Rebelo de Sousa.
Referiu que a resposta social do CEERDL passa pela articulação entre a autarquia e empresas. “Tive a oportunidade de conhecer um empresário que empregou 35 dos formandos”, sublinhou, destacando a reabilitação profissional do centro, que tem 126 formandos e uma taxa de empregabilidade de 78%.
Na oficina de serralharia, o formador Alberto Monteiro disse ao candidato que há trinta anos, quando iniciou a atividade no centro, estava convencido que se tratavam de pessoas que dificilmente podiam exercer atividades de serralharia e três décadas depois está “convencido que eles são bons e fazem coisas com rigor”.
No percurso pelo centro, Marcelo Rebelo de Sousa interrompeu uma aula de português que estava a decorrer e onde os formandos estavam a aprender a lenda da Rainha D. Leonor. O candidato pediu a um deles para explicar a história da fundação do hospital termal.
Dado o tema, a imprensa local questionou-o sobre a situação das Termas caldenses e Marcelo respondeu que é uma realidade que conhece e que há anos tem “manifestado várias vezes” a sua “expetativa que um dia fosse possível encontrar uma solução”. Garantiu que se for Presidente da República irá influenciar o Governo para que faça uma intervenção porque não pode ser só a autarquia.
O candidato destacou também a ESAD.CR como uma referência nacional e internacional, sublinhando que “quem não aposta na cultura não aposta na alma de uma nação”.
Maria João, diretora do CEERDL, disse que escolheu o Centro de Reabilitação Profissional para a visita de Marcelo Rebelo de Sousa para “enfatizar o investimento que estamos a fazer em formação profissional em empregabilidade e emprego apoiado”. “O que nós queremos é que se veja que a deficiência e multideficiência têm condição na participação ativa na comunidade e na economia do país”, declarou a responsável, acrescentando que “a nossa maior diferenciação é a aposta no apoio às competências das pessoas para que elas sejam autónomas”.
Marcelo “é fixe”
No centro da cidade,a visita de Marcelo Rebelo de Sousa gerou a confusão, com as pessoas a empurrarem-se umas às outras para conseguirem chegar ao candidato e dar-lhe um beijinho. Nos autocolantes das camisolas dos jovens que acompanharam o candidato lia-se “Marcelo é fixe”.
Na Praça da Fruta foi a algumas bancas e provou várias iguarias, seguindo depois para a Rua das Montras, com a multidão atrás dando-lhe elogios.
Na passagem pela loja de fotografia Foto Franco, o candidato aproveitou para tirar uma foto tipo passe.
A última paragem nas Caldas foi no café Venezia, onde comeu um bolo, bebeu uma água, fez questão de pagar a conta pedindo uma fatura com o número de contribuinte.
Antes de ir embora, e porque estava em frente ao JORNAL DAS CALDAS, foi-lhe entregue um jornal, com o qual posou para a fotografia.







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