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Banco Alimentar Contra a Fome do Oeste vai ajudar 10500 pessoas

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Os Bancos Alimentares Contra a Fome vão realizar, tal como em anos anteriores, mais uma campanha de recolha de bens alimentares nos hipermercados, supermercados e minimercados das suas zonas de ação, a serem posteriormente distribuídos, através de instituições de solidariedade social, a carenciados. Na região esta iniciativa é levada a cabo pelo Banco Alimentar Contra a Fome do Oeste, e decorrerá nos municípios de Alcobaça, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos e Peniche, nos dias 28 e 29 de novembro.

Ao longo desse fim de semana, os voluntários estarão à porta de cada superfície comercial que colabora com esta causa, devidamente identificados com autocolantes ou t-shirts do Banco Alimentar, disponibilizando os sacos com o respetivo logotipo e convidando todos a aliarem-se a esta iniciativa. A campanha cobre também diversas freguesias bem como a Praça da Fruta das Caldas da Rainha.

A participação é simples: basta colocar no saco fornecido os bens alimentares que se deseje, de preferência produtos não perecíveis (leite, arroz, massas, óleo, azeite, açúcar, farinha, conservas, entre outros) que serão, mais tarde distribuídos mensalmente, através das 62 instituições de solidariedade e grupos de Voluntários com as quais Banco Alimentar Contra a Fome do Oeste tem acordos, às cerca de 10500 pessoas carenciadas da região.

A par da recolha realizada nos supermercados e porque o que é pretendido é que todos possam ser voluntários nesta causa, o Banco Alimentar Contra a Fome disponibiliza ainda outras possibilidades de doação, como é o caso da campanha online (www.alimentestaideia.net), bem como através de vales alimentares disponíveis nas caixas dos supermercados, que são pagos no ato da compra e, posteriormente, reconvertidos nos alimentos que se desejem doar e referentes ao código de cada vale. Esta campanha irá decorrer de 28 de novembro a 06 de dezembro.

O contributo da sociedade para com esta causa é relevante, segundo os Bancos Alimentares Contra a Fome, que apontam o “continuado agravamento da situação socioeconómica com que se debate um cada vez maior número de famílias”.

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