“A única coisa que foi proporcionado debater com os vereadores foi o formato das coberturas em vidro. Como duas cabeças pensam melhor do que uma, muitos dos problemas que já se verificam (peças vandalizadas, materiais mal escolhidos, localizações questionáveis e instalação artística pouco criteriosa), poderiam ter sido antecipados e evitados”, sustentam.
Rui Correia e Jorge Sobral defendem que “a elaboração de rotas pode ser um caminho a seguir”, numa estratégia vocacionada para o designado “turismo de experiências”. Contudo, chamam a atenção que “não adianta trazer visitantes à nossa terra”, se não houver “rotas devidamente enquadradas por um conjunto de guias e guiões interativos”.
Nesse sentido, propomos a criação de outras rotas – a rota da escultura e a rota botânica. “O espólio escultórico, material e humano que Caldas da Rainha possui exige que, antes de mais, se promova uma urgente política de manutenção e limpeza destes conjuntos escultóricos. De igual modo, o acervo botânico excecional de que dispomos neste concelho deve ser pragmaticamente sintetizado num dispositivo simples de acompanhamento do turista que inclua material interativo de divulgação, guias convidados e um calendário exequível e funcional”, apontam.



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