Nos discursos de agradecimento, Nuno Rocha, presidente da direção do Gaeirense, afirmou que “a prioridade será sempre criar as melhores condições”, sublinhando que “as obras no Gaeirense nunca acabam”. O responsável assegurou ainda que as obras não são condicionadas a calendários, “apenas às necessidades e, claro, a disponibilidades financeiras”.
Por seu lado, o presidente da Junta de Freguesia das Gaeiras, contou que “há 34 anos fizeram-se várias festas, onde a população participou e muitos voluntários ajudaram a construir o pavilhão”, ou seja, “as pessoas das Gaeiras continuam a aderir a estas causas. Mantêm, 34 anos depois, a mesma forma de colaborar”, declarou. Luís do Coito Ribeiro agradeceu ainda “a ajuda da Câmara Municipal de Óbidos, que se disponibilizou a cobrir o valor em falta, para podermos hoje estar aqui com a operação «Juntos por um telhado novo» terminada”.
Segundo Humberto Marques, “um presidente de Câmara, quando vê uma população ativa, que trabalha para uma causa, que tem um sonho e que procura concretizá-lo todos os dias, não é difícil responder àquilo que é a sua necessidade. É o mínimo que um executivo deve fazer para cultivar esse dinamismo. Este é um bom exemplo que podemos, de facto, ter e que contrasta com a realidade do país”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Óbidos.
O autarca afirmou ainda que esta ajuda, consubstanciada em protocolo, “deve ser o exemplo da política quer em Óbidos, quer no resto do País: para um compromisso, honrar esse mesmo compromisso”. Humberto Marques aproveitou a ocasião para anunciar “um outro compromisso”, ou seja, o início das obras para a requalificação do Largo de S. Marcos. Humberto Marques revelou que já foi enviado para o governo o pedido de utilidade pública e que, por isso, as obras “deverão começar o mais rápido possível”. “Valeu a pena esperar este tempo, porque o projeto foi muito melhorado”, garante Humberto Marques, acrescentando que o quer mostrar a toda a população numa Assembleia de Freguesia alargada”.




0 Comentários