Conceição Pereira, vereadora responsável pelo pelouro da Ação Social, acompanhada de Jorge Sobral, Rui Correia (PS) e Manuel Isaac (CDS), em conversa com as técnicas do GAVVD confirmaram a ideia que a “violência doméstica não é um problema que afeta exclusivamente as mulheres”. Jovens, homens e idosos engrossam os números de uma problemática que também é transversal do ponto de vista socioeconómico.
O GAVVD recebe e acompanha vítimas de violência doméstica, contando com uma equipa multidisciplinar de técnicos que prestam apoio social, jurídico e psicológico, de forma gratuita e totalmente confidencial, e em articulação com outras entidades e instituições.
Disponibiliza também informações, em várias vertentes, que possam ajudar a responder adequadamente às necessidades das vítimas, proporcionando-lhes bem-estar físico e psicológico.
Intervém igualmente no âmbito da prevenção. Como tal são desenvolvidas ações de informação e de formação junto de públicos estratégicos, em articulação com as escolas, autoridades policiais e outras organizações da sociedade civil.
Palestras informativas no Dia da Mulher, na escola secundária Rafael Bordalo Pinheiro, ETEO e Clube Sénior são alguns exemplos recentes.
Corroborando a importância desta sensibilização juntos dos jovens, o vereador socialista Rui Correia sugeriu mesmo que “esta é a melhor altura” para propor ações nas escolas pois é neste momento que o planeamento de atividades está a ser feito.
Além do acompanhamento das vítimas, e no decurso do seu trabalho, o GAVVD recolhe informação que permite elaborar um diagnóstico da realidade local de modo a promover soluções e minorar os problemas identificados.
Funciona na Ação Social, no edifício da Câmara Municipal, no horário 9h00-12h30/14h00-17h30.




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