Segundo os socialistas, Rocha Neves “corporizou a coragem de assumir a vivência democrática da instituição castrense num momento fundamental da sua história, num contexto em que ser democrata, especialmente no exército e ali defender a democracia como elemento de unidade e fator de influência política para uma sociedade justa, importava um imediato ostracismo pessoal e profissional”.
“Homem do 16 de março e extraordinário contador de histórias, por muitas vezes nos maravilhava com a sua poderosa e humorada capacidade de nos confiar pormenores deliciosos sobre esse evento tão capital da história de Portugal, da história das Caldas da Rainha e da história da sua própria vida”, sublinham Rui Correia e Jorge Sobral.



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