A suposta ofendida pretendeu fazer crer às autoridades que tinha sido perseguida e abordada na via pública por um homem que, por meio de violência, a levou a sofrer ato sexual de relevo.
No decurso da investigação desenvolvida pela Polícia Judiciária foi possível demonstrar que a versão apresentada era absolutamente falsa.
A denúncia foi efetuada por uma rapariga com 20 anos, que foi constituída arguida por simulação de crime.



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