Ana Bica, diretora do Cencal, começou por apresentar a trajetória do centro, através de uma breve síntese sobre o número de alunos que tem frequentado as ações de formação que o centro dispõe nas instalações das Caldas da Rainha, Alcobaça e Marinha Grande. Igualmente referiu que “o centro tem como grande atividade os seus laboratórios, que neste momento encontram-se a trabalhar para o mercado ibérico e em vias de começar a trabalhar com a Polónia. É com grande emoção que vejo que volta haver grande interesse pela área da cerâmica”.
Octávio Oliveira disse que demonstrou “grande interesse em vir ao Cencal, porque estamos a viver um momento que considero importante ligado às artes, ofícios e ao artesanato”.
Durante a intervenção, o secretário de Estado apontou que o governo instituiu medidas para dar apoio, em quatro pilares de intervenção. O primeiro pilar assenta na área da formação prática, no contexto de trabalho, o segundo propõe medidas para apoiar as empresas que contratem formandos nestas áreas e o terceiro assenta no desenvolvimento de estágios em entidades ligadas ao setor, para promover o empreendedorismo e o investimento na criação de empresas. Por último, também existem incentivos à participação e organização de feiras, como forma de promoção do artesanato, artes e ofícios, no sentido de promover a genuinidade e autenticidade dessas produções artesanais portuguesas.
“O governo propôs um conjunto de iniciativas para a sociedade poder aproveitar e ajudar a desenvolver esta área”, indicou.
O membro do Governo também realçou que é importante reconhecer que ”existe um potencial para desenvolver a economia, através da criação de novos postos de trabalho, mas sem esquecer de preservar o património”.
O objetivo destas medidas é ajudar os formandos a criar os seus ateliês, para concretizar novos desenvolvimentos do ponto de vista da produção, singularidade e dos produtos que apresentam no mercado.
Sobre o centro, que dirigiu entre 2006 e 2011, referiu que é uma “importante casa na região, pelo prestígio que tem a nível nacional e internacional”.
Para terminar, foram-lhe dados a conhecer projetos de alguns formandos que se encontram em ações de formação, como foi o caso de um grupo de polacos de uma escola de artes, um grupo de formandos do Curso de Especialização Tecnológica Ofícios de Arte, Cerâmica e Vidro, e doze formandos que estão a terminar a formação geral e tecnológica da cerâmica e vidro.





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