“Quando o mar enrola na areia dá-se o contacto entre dois ambientes bem diferentes, um imerso, outro emerso. Quando partimos desta vida material aportamos figurativamente a uma outra praia. Será assim tão diferente do plano em que agora vivemos? A resposta a esta pergunta vai abordar um caso prático e tecer considerações sobre as defesas que podemos utilizar como técnicas de autoiluminação interior. Porque, afinal, navegar é preciso”, descreve o Centro de Cultura Espírita.
As entradas são livres e gratuitas.



0 Comentários