Houve muitas pessoas que ao passarem na rua aproveitaram para trocar umas palavras com o candidato e assinaram a sua propositura.
Teresa Serrenho, doMVC- Viver o Concelho, é a coordenadora a nível nacional de apoio à candidatura de Paulo Moraispara as eleições a Presidente da República que terão lugar no próximo ano. Escolheu as Caldas para ser o primeiro local de rua para recolher assinaturas e revelou que “tem estado a correr muito bem com as pessoas a aderirem”. Destacou a importância do candidato estar presente neste tipo de iniciativas, o que “nem sempre é possível”.
Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, Paulo Morais disse que vai candidatar-se à Presidência da República por entender que o regime precisa de “uma enorme regeneração” e com o objetivo principal de “combater a corrupção”.
Não sabe ao certo quantas assinaturas tem, garantindo apenas que vai ter as necessárias (entre 7500 e 15 000) para a formalização da sua candidatura. “Desde que lancei a minha candidatura tenho estado a percorrer o país e tenho sentido muito apoio”, disse Paulo Morais, acrescentando que “os portugueses sentem que estão a ser roubados e que passam dificuldades sem necessidade, porque uma parte importante dos impostos estão a ser canalizados para quatro ou cinco grupos económicos”.
O candidato lamenta a população andar “deprimida” e “revoltada” e já “não acreditar nos políticos”. Apela a essas pessoas que “voltem à política no sentido de conseguirem uma mudança”. “A minha candidatura tem por objetivo, em primeiro lugar, combater a corrupção, que é o maior dos males da vida política portuguesa e aumentar a transparência na vida pública, que é completamente opaca. Os portugueses não têm qualquer noção de qual é a estrutura de receitas e despesas do seu próprio Estado”, apontou Paulo Morais.




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