Segundo a Plataforma Transgénicos Fora, “com a publicação do mapa de cultivos o público vai ganhar consciência dos vizinhos que não sabia que tinha à porta e pressionar o governo no sentido da proibição total do cultivo deste milho transgénico e da aposta numa produção alimentar mais sustentável, de melhor qualidade, que corresponda à vontade dos consumidores e com maior valor acrescentado para os agricultores e para o país”.
“No caso da saúde não pode excluir-se a possibilidade, por exemplo, de alergias ao pólen transgénico para quem viva em zonas circundantes. Uma publicação científica do passado mês veio precisamente alertar para as alterações comportamentais em milho geneticamente modificado cultivado em diferentes condições, o que abre a porta a impactos locais diferenciados. Já em termos ambientais, embora por vezes mais difíceis de detetar, não seria a primeira vez que se encontrariam impactos negativos em espécies não alvo do ecossistema agrícola, sustenta.
De acordo com o mapa, há dois terrenos em Tornada com 36 hectares e em Alfeizerão com 54 hectares, em que foram aplicadas como medidas de coexistência a distância de isolamento.



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