Foi o mote para uma exibição tranquila dos obidenses assente numa muito bem preparada e estudada estratégia por Sérgio. Aos 12’, livre à entrada da grande área. Sebastião surpreendeu toda a gente ao passar a bola para o lado e Guilherme de primeira a encher o pé a disparar um míssil para o fundo da baliza.
Aos 24’, Guilherme, de livre direto, bisou. Ao intervalo já os morcegos venciam por 3-0.
A EAS acusou a desvantagem e foi obrigada alterar completamente a ideia delineada, optando então por um futebol ainda mais direto do que o habitual. No segundo tempo, a equipa visitante entrou mais determinada, mas de pouco lhe serviu perante a estratégia implementada pelo opositor, que se valia da vantagem no marcador. Aliás, o Óbidos, a defender muito bem, foi ainda melhor no contra-ataque e marcou mais três golos: por Leandro aos 43’, numa boa triangulação entre Sebastião, Diogo e Leandro; por Sebastião aos 47’ de cabeça a fazer o quinto do Óbidos numa execução técnica perfeita na sequência de um canto; e Diogo a fechar aos 49’ num bonito golo, vendo o guarda-redes adiantado e com um chapéu de aba larga a dar volume ao resultado.
Seis golos marcados, nenhum sofrido e gestão de esforço, e com os olheiros nas bancadas no Complexo Desportivo de Óbidos. A fama dos talentos obidenses chegou primeiro aos clubes estrangeiros (Barcelona, Ajax, PSV). Os clubes portugueses andam distraídos.




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