A edição deste ano contou com a participação de visitantes e vendedores vindos de norte a sul do país, Espanha, Alemanha e Inglaterra. Com eles trouxeram peças de todo o género, desde antiguidades, discos de vinil, livros, revistas antigas, brinquedos, louças, móveis rústicos, bijutarias, almofadas, luminárias, bonsais, quinquilharias em geral, artigos orientais, rádios, gira-discos, televisões de outros tempos, lustres, móveis e peças decorativas, esculturas, candelabros, moedas antigas, objetos para a casa, enfeites, velas, roupas usadas, esculturas em madeira, artigos de couro, artes decorativas, quadros, peças mecânicas, entre outras. Também houve a participação de vendedores de artes e artesanato.
A Feira de Antiguidades, Velharias e Artesanato das Caldas da Rainha representa um fenómeno no panorama de feiras especializadas neste setor de atividade económica. Segundo António Marques, diretor da Expoeste, estes eventos são “importantes para a região, não só pela qualidade em si, mas pelo interesse que estes certames congregam em torno deles. Sendo que a maioria dos expositores vem de fora da região, a cidade merece mais certames que se tornem pontos atrativos de mercado”.
“O que antigamente era supérfluo para as famílias, hoje já não se deita fora. Outros se interessam pelas peças sob o ponto de vista da antiguidade e colecionismo”, adiantou António Marques.
A iniciativa realiza-se duas vezes por ano, uma no início da primavera e outra no início de outono, segundo António Marques. “Vamos continuar a apostar nas duas edições por ano, pois esgotam por completo o recinto da Expoeste. Em momento de crise, os centros de feiras têm de procurar os nichos de mercado que tenham interesse e qualidade para atrair os expositores”, referiu.
A Expoeste transformou-se durante os três dias na capital das velharias e antiguidades.
Mariana Martinho





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