“Cumpre dizê-lo, é deplorável a demora com que este plano acaba por conhecer a luz do dia. É inaceitável que estes instrumentos, preciosos em matéria de desenvolvimento, demorem mais de uma década a serem apresentados. Ao menos servisse este primeiro desenlace para fazer-nos suspeitar que o atual executivo implementara na câmara uma estrutura operacional que finalmente permitisse uma melhoria e uma celeridade diferente nestes projetos. Não acontece nada disso. Os recursos humanos e materiais alocados a estes trabalhos são os mesmos de sempre e continua a ser prática retórica usar a administração central como o protagonista de um impressionante atraso processual, procurando dessa forma esquivar-se às iniludíveis responsabilidades da Câmara Municipal das Caldas da Rainha”, manifestam os socialistas.
Os autarcas queixam-se que só receberam documentação sobre o plano “na passada semana e apenas após insistente reclamação”, criticando “a fragilidade do documento em matéria de um dos cinco fatores críticos de decisão, o eixo patrimonial, que nos parece muito superficial”.
“Consideramos, nomeadamente, que é indispensável a produção de conhecimento histórico seguro acerca de alguns dos monumentos mais identitários da comunidade de Salir do Porto e de São Martinho do Porto”, frisaram.




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