“Inseridos numa zona de grande fruticultura, o Oeste de Portugal, as nossas produções de pera rocha e maça vermelha e verde são de qualidade reconhecida. Para que o desperdício, pelo excesso de produção ou calibres menores, fosse minimizado decidimos desidratá-las”, relatam os responsáveis pelo projeto “Desidrata”, que “abraça um princípio familiar de entreajuda e valorização do que se produz e do conhecimento transmitido pelas gerações anteriores”. “Assente nesta base, decidimos apresentar ao mercado as frutas secas similares às secagens ao sol de antigamente, onde os sabores se mantém e as texturas se diferenciam através do processo de desidratação que consiste na remoção de água, fundamentalmente por evaporação, permitindo estabilizar a atividade microbiológica e minorar as reações químicas e enzimáticas devido à redução da atividade da água”, descrevem.
As frutas desidratadas têm muitas vantagens, nomeadamente, “aumento da vida útil, conservação simples, serem cómodas – devido à sua redução de volume e aumento de validade, pode-se ter sempre disponível na gaveta do carro ou do trabalho, são 100% natural, sem adição de açúcar, conservantes ou corantes, sem glúten e é um produto pronto a comer mas que também se enquadra em pratos a confecionar”, referem.



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