Bruno Prates usou a sua criatividade para colocar em papel o seu sentimento em relação a esse atentado, homenageando os seus colegas de profissão que morreram por causa de se expressarem com humor.
O JORNAL DAS CALDAS lamenta o atentado contra o jornal francês e está solidário com a luta contra o terrorismo e defesa da liberdade de imprensa.
Aqui ficam alguns testemunhos de emigrantes da região que vivem em França:
Ana Figueiredo, 28 anos, trabalha desde maio de 2013 na área de comunicação, e estava em Portugal quando ocorreu o massacre na redação do jornal satírico Charlie Hebdo, em Paris, que provocou doze vítimas mortais
Com voo marcado para o dia seguinte para Paris, admite que foi a viagem mais difícil que teve de fazer até hoje. Na altura do massacre no supermercado Hyper Cacher, na sexta-feira, encontrava-se a poucos quilómetros de distância do local.
A caldense relatou ao JORNAL DAS CALDAS que o ambiente vivido em Paris “é de tensão, medo e desconfiança”.
“As pessoas por norma já são frias e distantes nos transportes, mas agora analisa-se quem está na nossa carruagem. Existem frequentes interrupções nas linhas de transporte, por serem encontrados embrulhos suspeitos”, descreveu.
Dina Leitão, de 56 anos, é advogada e reside em Divonne, próximo da fronteira com a Suíça. Natural de Peniche, a portuguesa já viveu em Paris e tem um amigo que mora mesmo em frente ao supermercado Hyper Cacher. “Paris inteiro estava em estado de Guerra”, indicou, confirmando o sentimento de união entre a população: “Foram feitas marchas de solidariedade em quase todas as cidades”.
“Estou de luto. Assassinaram a liberdade de pensar e de expressão. É fundamental, mesmo se incomoda. Temos de preservar esse direito. Estou de luto pelas vítimas do Charlie Hebdo e polícias abatidos como cães. O fundamentalismo não tem autoridade em França”, manifestou.





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