Um dos promotores, Manuel dos Remédios, afirmou à agência Lusa que os investidores querem avançar “o mais depressa possível”, apontando para finais de 2015 as primeiras movimentações de terras, para 2017 a “construção em velocidade cruzeiro” e para 2018 a abertura ao público.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo impôs como condicionantes a relocalização de equipamentos fora dos terrenos classificados como Reserva Ecológica Nacional, a inexistência de aterros ou escavações e a não afetação das linhas de água nesse local, restringindo aí a ocupação a espaços verdes.
O parque temático será construído em 38 hectares de terrenos municipais da Quinta do Falcão e deverá atrair 500 mil visitantes e gerar receitas na ordem dos 14,5 milhões de euros por ano.



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