“Quem o fez não sabemos e talvez nunca se venha a saber. Sabemos, no entanto, que este tipo de atos de selvajaria gratuita pode ser um pronúncio de outros, eventualmente de outras proporções”, manifesta o Conselho da Cidade.
“Todos sabemos que o Parque, um dos ex-libris da cidade, não tem vigilância e é “habitado” por delinquentes. É um ponto de encontro de droga e prostituição, que é arriscado passear em determinadas zonas e horas. Ultimamente até a iluminação deixou de existir. A morte destes cisnes é mais um alerta”, refere.
A associação expressa a sua indignação e declara que vai “tentar tudo fazer, junto das entidades responsáveis, para preservar um espaço que é de todos nós”.




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