“Eça levou quase sete anos a escrever o romance perfeito. Episódios da vida romântica, chamou-lhe ele, vertiginosa e galopante narrativa de uma família, sim, mas acima de tudo, análise impiedosa de um país a desfazer-se, sem sentido e sem remédio. Tão justo, tão violento que 150 anos depois, as situações e as suas palavras nos assentam como uma luva. Quantos Dâmasos Salcedes, Silveirinhas, Condes Ministros Gouvarinhos, os banqueiros Cohen andam por aí à solta”, comenta o realizador.
Um dos papéis principais – a personagem Carlos da Maia – é interpretado pelo nazareno com ligações às Caldas, Graciano Dias.




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