“A linha do Oeste encontra-se profundamente degradada e com manifesta falta de manutenção. Não é admissível a ausência de material circulante que se tem verificado – da qual tem resultado a supressão de vários comboios. Muitas estações ou apeadeiros da região Oeste não têm pessoal nem dispositivos eletrónicos, pelo que, em muitos casos, os utentes não têm conhecimento da supressão das viagens, o que causa transtornos intoleráveis ao nível pessoal”, referiu a Juventude Popular.
“A modernização da linha do Oeste é imperativa e deve ser utilizada como um argumento forte para a dinamização da zona Oeste”, defendeu.




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