Kibera é “um lugar indescritível”, com 225 hectares de “’casas’ feitas de barro, madeira e chapa, chão de terra batida e telhados enferrujados”, considerado o maior bairro de lata do continente africano, casa de um número impossível de determinar de pessoas: há estimativas que apontam para as 350 mil, outras que atingem o milhão.
Natalia Jidovanu, de 29 anos, quer que sejam as crianças deste subúrbio a contarem a sua história, os problemas que vivem, as injustiças que sentem, através da fotografia.
O objetivo final da psicóloga é reunir o trabalho de todos os participantes num livro de fotografia, cujas vendas revertam “em benefício dos interesses das crianças”, nomeadamente no campo da educação. “Não menos importante”, sublinha, é o facto de o projeto pretender “alertar a comunidade internacional para a situação destas crianças, impulsionando uma mudança positiva nas suas vidas”.




0 Comentários