António Cruz, natural de A-dos-Negros e residente na aldeia do Arelho, no mesmo concelho, deslocava-se para a fazenda de uma pessoa amiga em cuja casa morava, onde fazia trabalhos agrícolas, quando, pelas 14h36, num caminho municipal, na Rua das Poças, junto a uma unidade hoteleira e ao aeroclube, em circunstâncias que estão a ser averiguadas pelo Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação da GNR, perdeu o controlo do veículo. Dado tratar-se de uma reta com boa visibilidade e de, segundo uma testemunha, ir a baixa velocidade, supõe-se que possa ter sido acometido de doença súbita.
“À nossa chegada encontrava-se fora da moto quatro, junto à valeta, inconsciente e em paragem ventilatória, tendo sido feito manobras de suporte básico de vida, até vir a equipa médica, que declarou o óbito”, revelou Patrícia Reis, adjunto do comando dos bombeiros voluntários de Óbidos, que prestaram socorro com treze elementos e três viaturas.
O corpo foi transportado para o Gabinete Médico-Legal de Torres para ser autopsiado.
O falecimento deixou a população do Arelho consternada. “Era uma pessoa educada e, por isso, estimada”, declarou José Mateus, um habitante da aldeia, que costumava ver a vítima na moto quatro. “Ia sempre devagar, porque o veículo estava regulado para não andar depressa”, relatou.





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