Paula Santos, que trabalha na frutaria localizada no Centro Comercial D. Carlos I, decidiu fazer salada de fruta como forma de divulgar a fruta fresca da região que vende. Vai participar em todas as edições da feira e considera importante como forma de divulgar o comércio local e a cidade. Levou ainda doces e pão caseiro feito em forno de lenha e biscoitos biológicos. “É uma oportunidade que nos dão para conviver, mostrar os nossos produtos e animar a cidade”, apontou.
Maria João Capinha está desempegada e levou ao evento vários artigos artesanais que fez em casa, como velas caseiras, bijutaria e sacos para o pão. “Considero a feira importante como forma de animar esta zona da cidade”, disse.
Vanessa Salazar D’eça, responsável pelo Café/Pastelaria Doce Pecado, situado na Avenida 1º de maio, levou para a rua alguns dos produtos que vende no interior do estabelecimento. “Vim para o ar livre e decidi promover produtos frescos para comer, como espetada de fruta e sumos naturais de fruta fresca e legumes e o nosso lambrusco”, referiu, considerando a iniciativa fundamental para aumentar a circulação pedonal na avenida central da cidade.
A Feira D’Avenida, com várias atividades para todos os gostos, é uma organização da Papelaria Vogal, e terá mais duas edições, a 22 e 23 de agosto e a 5 e 6 de setembro.
A iniciativa continua com as inscrições abertas para quem quiser marcar presença. Mais informações na Papelaria Vogal ou através do e-mail vogal @papelariavogal.com
Marlene Sousa












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