O júri constituído pela chilena Cristina Pizarro, pelo colombiano Luis Peláez e pela espanhola Eva Lootz teve a missão de escolher os três vencedores entre as dez criações em competição. Estas obras estarão expostas no espaço público na cidade de Resistência, que já conta com um espólio de 600 esculturas num verdadeiro “museu ao ar livre”. Nesta bienal, o segundo lugar foi ocupado por Hugo Maciel, escultor português, com a obra “O crescimento da vida”, e o terceiro prémio foi atribuído ao austríaco Josef Baier, com a escultura “Evolution”.
Dez artistas de renome internacional, que representam países distintos dos cinco continentes, competem a céu aberto e em público, realizando uma obra original e inédita, com inspiração no “Homo Novus”.
“De certa forma este prémio significa o reconhecimento do meu percurso artístico e reforça as minhas escolhas em termos conceptuais e estéticos”, salienta Thierry Ferreira.
Licenciado em Artes Plásticas na ESAD.CR, o seu percurso artístico destaca-se na arte pública, com obras da sua autoria, em vários países, nomeadamente Brasil, Argentina, França e Hungria. No seu currículo, conta ainda com várias exposições nacionais e internacionais e diversos prémios na área das Artes Plásticas. Nascido em França, reside e trabalha em Alcobaça, terra natal dos seus pais.



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