Um dos líderes do movimento, que pediu reserva da identidade, justificou à agência Lusa a fraca adesão ao protesto com “o facto de ser verão e haver menos mobilização” e criticou a proibição de se manifestarem junto à entrada da Praça de Touros “devido a uma manobra de diversão”.
Em causa está uma outra manifestação agendada para o mesmo dia, promovida pela Protoiro, um movimento defensor da festa brava.
“Ao marcar esta manifestação a Protoiro está pela segunda vez a fazer com que a manifestação antitourada não se possa realizar em frente à praça de touros, mas isso não nos desincentiva de efetuar o nosso protesto pacífico”, disse a mesma fonte, depois de verificar que a iniciativa em defesa da tourada acabou por não se realizar.
O trajeto dos manifestantes foi acompanhado pela PSP, que se manteve junto aos contestatários até se dispersarem após o início da corrida, sem que se tenha registado qualquer incidente.
A manifestação tinha sido antecedida por um flashomob realizado de manhã na principal rua do comércio das Caldas da Rainha, mas que não chegou a concentrar uma dezena de participantes.



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