O encontro foi promovido pela Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) e reuniu autoridades, empresários, profissionais e fornecedores e discutiu, entre outros temas, o reposicionamento do turismo de bem-estar no estado, tendo como exemplo a estância termal das Caldas da Rainha.
Segundo a notícia on-line, “a médica Maria da Conceição Feliciano Camacho Alves, diretora do Hospital Termal de Caldas da Rainha, apresentou aos empresários brasileiros a palestra “Termalismo de bem estar, saúde e lazer”, em que compartilhou pontos relevantes da sua experiência à frente de uma das referências europeias no segmento turismo de bem-estar”. A revista afirma que “falou sobre os efeitos curativos das águas termais e sobre o novo conceito de turismo de bem-estar, que proporciona uma variedade de tratamentos térmicos e minerais, massagens relaxantes, fisioterapia, tratamentos de pele, ioga, entre outras terapias, como forma de melhorar a saúde e diminuir o stress”
A Hotel News revela que a diretora explicou na palestra que a unidade termal “adotou a nova cultura de bem-estar, 30% do número de visitantes já é de pessoas que buscam relaxamento e lazer” e acrescentou: “Estamos a conquistar outro público, mais jovem e com mais dinheiro para gastar, que procura além do tratamento termal outros tipos de terapias. E isso está refletido em muitos outros negócios em Caldas da Rainha, hotelaria, bares e restaurantes e comércio em geral. Está a ser bom para o turismo e a economia da cidade”.
Palavras que motivaram a indignação dos cibernautas, uma vez que os tratamentos termais estão, de momento, indisponíveis.
Conceição Camacho encontra-se de férias, pelo que tornou-se impossível o contato, tentado pelo JORNAL DAS CALDAS.
O JORNAL DAS CALDAS contactou o Gabinete de Comunicação e Relações Públicas do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) para obter o comentário da administração hospitalar sobre estas alegadas declarações. “O CHO não faz comentários relativamente a declarações proferidas pelos seus colaboradores no âmbito da sua atividade privada, nomeadamente durante o seu período de férias”, foi a resposta.
Até ao momento não foi possível confirmar a veracidade da notícia mencionada, que pode ser lida online.
Inês Lopes




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