O seu destaque foi para a notícia do arranque das obras de valorização do Paul de Tornada. “É um espaço natural riquíssimo do ponto de vista da fauna e da flora. Está a ser preparado para ser visitado em condições”, apontou.
“Se calhar há imensos caldenses que nunca se aventuraram pelo território do Paul. É um sítio muito bonito para se conhecer e uma proposta para um passeio em família”, fez notar.
A situação do Hospital Termal e a notícia de que a Câmara aprovou os contratos para exploração da água termal e gestão do Parque e da Mata, mereceram de Célia Marques o comentário de que “este é um processo que acompanho com muito interesse, porque acho que a revitalização do termalismo nas Caldas da Rainha terá um impacto enorme em toda a região”.
A Rota Bordaliana, com peças de grandes dimensões de Bordalo Pinheiro espalhadas pela cidade, foi igualmente referenciada por Célia Marques.
“Vão ser figuras quase à escala humana. Vamos ter rãs, gatos e caracóis, abelhas nos prédios, sardões nas fachadas, macacos pendurados nas árvores do Parque. Vai ser engraçado percorrer esta rota”, indicou.
“Até para os caldenses vai ser muito importante e engraçado conhecer estas peças, que se relacionam com a história da cidade”, sublinhou.
David Vieira revelou que uma das suas tarefas é ler os jornais e ver as notícias que aparecem sobre Óbidos, mas não só, porque, numa lógica de proximidade, há que estar atento ao que os concelhos à volta fazem.
Daí que tenha destacado na última edição precisamente o tema da manchete, relacionado com as peças de Bordalo que vão embelezar a cidade das Caldas da Rainha, para captar turistas.
“É uma ideia interessantíssima para espelhar a identidade de uma cidade e da região”, declarou.
“Uma das coisas pelas quais me bati foi contra a lógica da capelinha. Todos os concelhos têm a ganhar com a força de cada um”, fez notar.
A notícia da animação de verão nas Caldas foi igualmente referida por David Vieira.
“É preciso animar e fazer com que as pessoas se sintam mais integradas. Dou os parabéns a todas as entidades que tornam a vida do cidadão mais alegre”, comentou.
O assessor da Câmara de Óbidos confessou a sua estranheza pelo que leu na notícia sobre o abalroamento de um carro numa passagem de nível sem guarda por um comboio que circulava na Linha do Oeste. “Faz-me muita confusão que em pleno século XXI este tipo de situações ainda possa acontecer. Passagens de nível sem guarda, na minha opinião, deviam ser proibidas”, disse.
A notícia do banhista que salvou um pescador que caiu à água na Consolação, em Peniche, e que recebeu do Instituto de Socorros a Náufragos uma distinção pelo ato heróico, mereceu também o destaque de David Vieira.
“É importante reconhecer as pessoas. Não é a palmadinha nas costas. Acho bem que as pessoas sejam homenageadas”, frisou.
O Mercado Medieval de Óbidos e a lenda dos “toupeiros” (como são conhecidos os residentes no interior do castelo), foi, obviamente, um dos artigos que não lhe passou despercebido. “Fiquei muito satisfeito com o título da notícia, porque o tema deste ano tem a ver com a ideia da resistência de Óbidos ao cerco do castelo, sem haver de comer nem beber. Diz a lenda que havia uns túneis pelos quais os obidenses conseguiam escapar para poder abastecer a vila e daí o nome ‘toupeiros’”, afirmou.
Francisco Gomes





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