David Geraldes conta que dado que não recebia documentos que requeriam urgência de receção, dirigiu-se aos CTT das Caldas da Rainha para indagar o sucedido. “Entregaram-me então a correspondência que ali estava depositada há mais de duas semanas. A justificação foi da dificuldade de recursos humanos disponíveis e do período de férias. Recebi então correspondência com assuntos cujos prazos expiraram durante esse período”, indica.
Moradores noutras zonas das Caldas queixaram-se entretanto de situação idêntica ocorrida num período superior a uma semana e de terem ido ao balcão pedir para levantar a correspondência que deveriam ter recebido em casa.



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