Uma cruz imensa e nela suspenso está Cristo todo amassado no seu sofrimento e disso fala todo o seu corpo. As mãos em agonia, os braços estendidos e o olhar dirigido a Maria, que partilha da sua dor e que com a mão recolhe o seu sangue. O padre Miguel Pereira, vigário paroquial nas Caldas da Rainha, que dirige a Associação Cultural Amor e Responsabilidade, pediu ao escultor Carlos Oliveira que elaborasse uma cruz reveladora da teologia do corpo.
“Pelo menos estão registados 120 golpes profundos no corpo de Cristo, que se entregou por nós”, sublinhou Carlos Oliveira.
Toda a construção da cruz foi intercalada por momentos de oração e reflexão. Com o título “Como Cristo amou a Igreja”, a cruz percorreu várias dioceses em Portugal antes de ser entregue ao Papa.
“A obra foi feita para evangelizar”, indicou o escultor.
Francisco Gomes





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