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S. Tomé e Príncipe um país paradisíaco

Marlene Sousa

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Os portugueses parecem ter redescoberto São Tomé e Príncipe. A antiga colónia lusa, está atrair muitos portugueses que ali encontram um paraíso. Desde o início de 2014 que a K-Travelshop nas Caldas da Rainha vendeu mais de 50 viagens a São Tomé e Príncipe. “É cada vez mais um destino  procurado pelos caldenses que lá encontram marcas profundas da colonização ao passear pelas roças de cacau e café, uma gastronomia variada e uma espetacular beleza paisagística, devido à sua vegetação tropical e às fantásticas praias”, disse,  Lígia Patrício Reis, responsável pela agência de viagens nas Caldas.
Os jovens vão à pesca

São Tomé e Príncipe é formado pela ilha de São Tomé, ilha do Príncipe e por cerca de uma dezena de ilhéus sendo a ilha das Rolas a mais conhecida e, consequentemente, mais procurada pelos turistas. É também no ilhéu, a cerca de vinte minutos de barco à da ilha de S. Tomé, que passa a linha do Equador. As pessoas que visitam este país, com praias magníficas, de uma claríssima água morna, regressam com vontade de voltar.

O JORNAL DAS CALDAS viajou até São Tomé, um paraíso tropical onde “nos encontramos permanentemente rodeados do verde da vegetação e do azul do mar”. Seguimos o cheiro do café e do cacau e percorremos as ilhas de S. Tomé e das rolas para revelar o segredo de quem vive daquilo que a terra oferece.

A simpatia das suas gentes, a beleza das praias desertas, a diversidade da sua fauna e flora, é um “arquipélago a não perder”.

Além de falarem português, os são-tomenses, nunca recusam uma boa conversa dando a conhecer a sua terra. A maioria vive em casas modestas, quase todas de madeira cobertas com chapas de zinco. Estão construídas a cerca de um metro do chão e não estão pintadas. Não vivem do consumo, porque não há muito para comprar mas fome não há, porque a terra e o mar garantem a alimentação mínima. As crianças correm a toda a hora à nossa volta, pedindo “doce, doce”…Os homens e jovens fazem pesca artesanal e vendem colares e artesanato local.

Fruta pão, banana, jaca, goiaba, papaia, amendoim, maqueque, coco, fruto do imbondeiro, são alguns dos frutos de um país realmente especial.

Outro fator que se revela complementar para umas férias de sonho é a segurança. Lá ninguém faz mal.

ESAD.CR uma referência na roça de João Carlos Silva

Quem visita pela primeira vez São Tomé e Príncipe não resiste à curiosidade de marcar, pelo menos, um almoço na roça de João Carlos Silva, o homem que ficou famoso graças ao “Na Roça com os Tachos”, um programa de gastronomia africana cuja popularidade ultrapassou as fronteiras da RTP África.

Situada no alto de um monte com uma vista tranquila, para o mar e para um vale verde, o projeto turístico ecocultural em Angolares, tem uma estrutura tipicamente colonial. Na casa grande funciona o restaurante (num cénico alpendre de madeira) e uma pousada com alguns quartos.

O cozinheiro que tem uma presença dinâmica e alegre inspira-se na sua cozinha com os melhores produtos da terra.

Quem diria que a ESAD.CR é uma referência na Roça de São João dos Angolares. Ao JORNAL DAS CALDAS, João Carlos Silva disse que conhecia nas Caldas da Rainha a Escola Superior de Artes e Design. “É uma escola de artes de grande qualidade”, disse, o cozinheiro que iniciou a sua carreira como artista plástico.

Para viajar para S. Tomé e Príncipe é obrigatória a vacina da febre-amarela e deverá também fazer a profilaxia da malária. A consulta do viajante está agora disponível na Unidade de Saúde do Bombarral que tem este serviço para quem vai viajar e necessita de vacinação específica.

Marlene Sousa

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