Nesta reunião debateram-se os problemas relacionados com os estrangulamentos existentes à atividade dos movimentos independentes, as limitações à participação dos cidadãos independentes em processos eleitorais, tanto legislativos como para as eleições europeias, abordando ainda a realização de uma convenção dos movimentos independentes.
Pedro Marques, presidente da AMAI, referiu a importância das reuniões da direção serem descentralizadas por todo o país, aproximando-nos dos problemas das populações. Relativamente aos estrangulamentos existentes à atividade dos movimentos independentes, salientou os entraves legais criados em processos de candidatura, quanto à matéria de IVA e de utilização do símbolo. Os movimentos foram considerados a terceira forçada política nacional, tendo apenas concorrido a 1/5 das autarquias, nas últimas eleições autárquicas.
Referiu que a AMAI já recebeu a recomendação da Provedoria da Justiça de 2010, dirigida à Assembleia da República, no sentido de serem criadas as condições de igualdade, tendo-se uma expectativa de que o atual Provedor, Faria Costa, considere esta discriminação.
A AMAI vai aguardar que os novos órgãos da Europa tomem posse para apresentar uma queixa ao provedor de justiça europeu.



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