“São estas medidas adequadas?”, foi a pergunta colocada para debate.
José Carlos Abegão, do PS, manifestou que o Governo “disse que não ia a ver aumento de impostos, mas isto na prática é um aumento. Depois daquela carga grande que tivemos, qualquer aumento faz falta. Quando estávamos todos à espera, sobretudo a restauração, que o IVA pudesse baixar, o Governo continua a mentir, à descarada, e a prejudicar a economia portuguesa”.
“O país está apático e não há reação. Podia-se fazer uma mobilização pacífica para mostrar que não estamos contentes com a situação”, comentou Emanuel Pontes, do MVC.
António Cipriano, do PSD, lembrou que o PSD, CDS e PS “subscreveram o tratado orçamental, que exige que em poucos anos tenhamos um défice de 0,5% e quer queiramos ou não temos progressivamente de reduzir o défice. Temos uma carga fiscal horripilante mas não vejo outras possibilidades”.
Rui Gonçalves, do CDS-PP, sublinhou que “ninguém defende aumentos de impostos, cortes de pensões ou reformas, agora o PS não pode andar por aí fazer crer às pessoas que este governo é formado por um bando de malfeitores que definiram como rumo gastar dinheiro às pessoas, porque o PS de Sócrates trouxe-nos a esta situação”.
“Passámos de uma situação em que as coisas eram provisórias e passaram a definitivas. Isto está a atingir os limites da insanidade, insurgiu-se José Carlos Faria, da CDU.
Para Fernando Rocha, do BE, a carga fiscal “é um esbulho”.









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