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Conselho da Cidade defende unidade hoteleira termal nas Caldas

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Perante todos os impasses vividos ultimamente no que respeita ao Hospital Termal e ao Termalismo em Caldas da Rainha, o Conselho da Cidade propõe que a autarquia prossiga com o diagnóstico e com as consequentes obras de correção que permitam dar como solucionados os problemas bacteriológicos das águas termais e que seja reconhecida pelo Governo, nomeadamente Ministério da Saúde, Ministério da Economia e Ministério das Finanças, “a singularidade de um Hospital Termal a nível nacional e as suas potenciais vantagens económicas”.

O Conselho da Cidade defende que se mantenha a unidade do Hospital Termal e atual património termal, sem prejuízo de futuras autorizações de concessão do uso da água mineral natural e de parte do Património (pavilhões, por exemplo) para fins termais.

“Que, no Hospital Termal, a par de uma administração gestionária autónoma, se inove na governança clínica, conciliando novas formas de abordagem holística da doença, e que se renove para o Hospital Termal, o direito do contrato de concessão atribuído institucionalmente em 7 de fevereiro de 1995, para a exploração da água mineral natural das Caldas da Rainha”, são outras medidas defendidas pelo Conselho da Cidade.

A associação quer que se internacionalize a oferta de tratamentos termais e de cuidados de saúde, que se procurem investimentos externos – nacionais ou internacionais (instituições nacionais do setor público, social ou privado; ou grandes cadeias hoteleiras) para, a par do Hospital Termal, relançar paralelamente uma (ou mais) unidade hoteleira termal com concessão das águas termais por um período longo (várias décadas).

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