Segundo o documento aprovado, “o Centro Hospitalar do Oeste fica impedido de manter os serviços de obstetrícia e segue-se a possibilidade de, assim, vir a encerrar-se a maternidade das Caldas da Rainha”.
“Tendo em conta as dificuldades que notoriamente já são sentidas pela população das Caldas da Rainha em matéria de cuidados hospitalares, a considerar-se definitivo o teor desta portaria, o executivo caldense não pode aceitar esta pretensão, exigindo a justa e imediata revogação da referida portaria”, lê-se na moção.



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