A montagem do circuito é que é alvo de queixas: “O Parque todo esburacado. Raízes de árvores seculares cortadas. Cimento na terra a tapar os buracos. O público que vai assistir vai ser colocado em cima dos canteiros de vegetação. Os impactos que a grande quantidade de pessoas que irá assistir a esta largada de toiros terão sobre o Parque, quais serão?”
Há quem ironize: “Consta que estão para ser promovidos passeios familiares e piqueniques, e instalados lagos, esplanadas, um Museu do Campino e um campo de Ténis na Praça de Toiros das Caldas da Rainha, pensando-se mesmo na construção de um curral no Céu de Vidro e um matadouro na Casa dos Barcos”.
Em menor número, há quem defenda a iniciativa, fazendo notar que é um evento que trará bastantes visitantes e movimento à cidade, e sustentando que se houver estragos deverão ser reparados.
A organização do “Oeste Lusitano” não comenta a polémica. Não foi possível falar com o organizador da largada, por se encontrar no estrangeiro até domingo.




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