Durante o exercício, com a participação do comandante dos bombeiros e responsável pela proteção civil, houve evacuação das instalações para uma zona mais afastada do cenário imaginário do sinistro.
Funcionárias da Infancoop acompanharam as crianças neste exercício e todos os intervenientes ouviram com atenção as explicações sobre os procedimentos a tomar numa situação real.
“Os simulacros têm sempre a maior importância para a proteção civil, na medida em que numa casa igual a esta, onde nós estamos com muitas crianças de várias idades, com muitos colaboradores para lidar com essas crianças, é necessário criar mecanismos e estabelecer regras para que toda a gente saiba o que deve fazer em caso de emergência e este simulacro foi muito bem escolhido, na medida em que o estabelecimento de ensino está relativamente próximo de umas bombas de gasolina, que são instalações de risco”, declarou José António, responsável pela proteção civil.
Rui Jesus, delegado de segurança da Infancoop, descreveu que se pretendeu testar a maneira como se deve atuar. “Houve falhas, e por isso é que servem os simulacros, para corrigir. Estou muito satisfeito com o resultado e vamos tentar melhorar no próximo”, afirmou.







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