Em poucos anos a fotografia digital destronou completamente o filme e o papel fotográfico. Ampliadores e tinas de revelação deram lugar aos computadores e impressoras digitais. Mesmo para os resistentes da gelatina/sal de prata, tornou-se difícil adquirir equipamentos e consumíveis para a prática desta técnica que é, de certa maneira, a verdadeira fotografia.
Passado o deslumbramento inicial do digital, parece haver agora maior um interesse pela fotografia analógica — um pouco à semelhança da “redescoberta” do vinil em relação ao CD. Se o digital oferece vantagens indiscutíveis em termos económicos e em rapidez em grande parte das áreas de aplicação da fotografia, a verdade é que o processo tradicional continua a oferecer um desafio criativo muito interessante.
Inscrições a 30 euros e mais informações no balcão do CCC.



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