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PSD caldense em destaque no Congresso Nacional

Francisco Gomes

EXCLUSIVO

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Na eleição para os diversos órgãos nacionais, o PSD das Caldas da Rainha esteve em destaque no Congresso Nacional do PSD, que se realizou no passado fim de semana em Lisboa.
No congresso foi anunciado o cabeça de lista às eleições europeias

O presidente da Comissão Política, Hugo Oliveira, foi eleito Conselheiro Nacional do PSD.

O vice-presidente da Comissão Política, Miguel Goulão, foi também eleito Conselheiro Nacional do PSD.

A secretária da Comissão Política e deputada Maria da Conceição Pereira foi eleita vogal da Comissão Política Nacional e Fernando Costa, presidente da Mesa do Plenário da Secção de Caldas da Rainha foi eleito vice-presidente da Mesa do Congresso Nacional.

Hugo Oliveira confessou que o XXXV Congresso Nacional do PSD o sensibilizou. “Primeiro pelo simbolismo dos 40 anos do partido aliado ao fantástico espirito sentido com intervenções e presenças de tantos ex-presidentes do partido e da JSD. O PSD está forte e recomenda-se, foi bom sentir este conforto. Há um longo caminho ainda a percorrer onde o PSD tem uma responsabilidade acrescida de guiar o País”, comentou.

O líder concelhio do PSD tencionava intervir, mas “por ineficácia e inoperância da mesa não foi possível concretizar essa intenção”.

Acabou por tornar pública a intervenção que iria efetuar, onde manifestava que “o partido tem hoje um rumo, e tem um homem ao leme”, sustentando que “um partido como o PSD não pode mudar de política sectorial cada vez que muda de protagonista num ministério”.

A dada altura no discurso, Hugo Oliveira abordaria as Termas caldenses. “Há uma área em que com o passar dos anos e dos ministros e até dos vários governos nunca mudou, a atitude de condenar de desprezar e até desvalorizar o Hospital Termal das Caldas da Rainha. E esta atitude é desconhecer a realidade que tantos autarcas sentem diariamente nos seus concelhos de explicar a forma pouco interessada na maioria das vezes que os governos olham para os problemas latentes nos diversos concelhos deste País”, consta do discurso de Hugo Oliveira, que acabaria por criticar “a forma pouco elegante de que o PSD tem tido no trato com os seus autarcas ao longo destes 40 anos, que foram quem mais vitórias deram ao partido”.

Já Fernando Costa voltou a dar o seu ar de graça, como tem sido hábito, despertando a gargalhada no Congresso, quando afirmou que agora como vereador em Loures está a ter “muito gosto” na função que exerce na Câmara de executivo maioritariamente comunista, manifestando “a esperança de que um dia” Bernardino Soares, o presidente da Câmara, “deixe de ser comunista”.

“Sá Carneiro está descansado porque sabe que é mais fácil ele vir para a social-democracia do que eu ir para o marxismo”, declarou, divertindo a plateia.

Fernando Costa elogiou a Passos Coelho e sublinhou que “muitos militantes doridos pela crise” começam agora “a ter alguma esperança, a ver a luz”.

O ex-presidente da Câmara das Caldas da Rainha quis ceder tempo a Marques Mendes no palco, incitando-o a intervir ou, em alternativa, a subir ao palco e dar-lhe um abraço, mas o antigo ministro de Cavaco Silva, agora comentador televisivo, declinou simpaticamente.

Passos Coelho anunciou no congresso que Paulo Rangel será o cabeça de lista do PSD e CDS nas eleições europeias.

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