Trata-se de uma associação cujo objetivo geral é concorrer para a construção de um mundo unido. Para tal, procura levar a unidade aos ambientes de conflito e envolver os jovens neste desafio humanitário. Foi criado há cerca de quatro meses e já tem 15 membros. Tenciona juntar mais jovens desta zona para que em conjunto possam promover atividades e iniciativas a nível local, e intervir com ações de ajuda a instituições e pessoas em situações difíceis.
Da parte da manhã decorreu a apresentação do movimento, com muita animação, e um concerto musical dinamizado por alguns elementos da região.
Da parte da tarde os jovens reuniram-se em grupos e foram visitar várias instituições das Caldas da Rainha.
“Queremos neste dia invadir a cidade e levarmos junto o amor pelas ruas, praças e instituições”, disse Igor Pinto, um dos organizadores deste evento e membro do JPMU de Lisboa.
O Centro de Educação Especial Rainha D. Leonor foi um dos locais que os jovens visitaram, numa atividade intitulada “A riqueza na diversidade”. Dinamizaram jogos e mímicas com as crianças desta instituição.
Um dos grupos foi ao Centro de Acolhimento Temporário de crianças e jovens, onde fizeram com algumas das crianças mais velhas um peddypaper. “Onde há vida há esperança”, foi o nome desta atividade.
O Lar de Idosos do Centro Paroquial foi também um dos locais escolhidos, onde os jovens com algumas canções tradicionais passaram uma tarde agradável com os seniores, numa iniciativa intitulada “Sai da tua geração”.
Outro grupo foi ao Centro de Juventude das Caldas da Rainha, onde foram pintadas algumas paredes. “Dá cor à tua cidadela” foi o nome desta atividade.
“Horizontes de liberdade”, assim se intitulou a visita ao Estabelecimento Prisional das Caldas, numa conversa com alguns reclusos.
O objetivo, segundo Igor Pinto, é que “estas atividades alastrem a outras instituições e que futuramente estas ações se possam realizar com mais frequência”.
No JPMU podem participar jovens de várias Igrejas cristãs, mas também de outras religiões ou culturas. Independentemente de professarem ou não algum credo religioso, trabalham unidos com a finalidade de construir a fraternidade universal. Acreditam na possibilidade de tornar a humanidade melhor, solidária, uma só família, no respeito pela identidade de cada um. Seguem todos os caminhos possíveis para levar a todo o lado a unidade, sarar as divisões existentes nas famílias, entre as gerações, entre grupos, entre os cristãos das várias denominações e entre os fiéis de diversas religiões e fazer com que caiam barreiras entre as pessoas de etnias, raças, povos, culturas, estratos sociais, tendências e convicções diferentes.










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