Ao longo de mais de uma hora, combatendo o frio, apesar do evento ser dentro de uma tenda, o maestro não só orientou a orquestra, como também o próprio público, instruindo-o quando não devia bater palmas ou fazê-lo.
“Todos nós estamos ansiosos por um ano novo, porque queremos um ano melhor e que dê melhores coisas do que 2013 deu”, disse Victorino d’Almeida no final.
“Tive muito trabalho em 2013, mas senti nunca saber o que ia ser o mês que vem, perante o fator de imponderabilidade em que este país está mergulhado”, confessou, lamentando a falta de “sensibilidade” do Estado para a cultura. “Parece que estamos a falar japonês quando estamos a falar de cultura”, comentou.
O ano que passou ficou marcado pela perda temporária da bengala estimativa de Victorino d’Almeida, deixada dentro de um táxi. “Foi um episódio dramático para mim. Ainda devo um almoço ao taxista, que me devolveu a bengala”, confidenciou.
Francisco Gomes (texto)
Carlos Barroso (foto)




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