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Caldense investiga impacto do Festival da Canção

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Portugal falhou na promoção do país através do Festival da Canção, conclui um estudo da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, cujas conclusões serão divulgadas em fevereiro de 2014, assinalando os 50 anos da participação portuguesa no festival.

“Nunca houve enquadramento político e financeiro para potenciar a exportação da imagem de Portugal a nível internacional”, disse à Lusa o caldense Jorge Mangorrinha, coordenador de uma investigação para apurar “Que imagem do país a televisão do Estado tem exportado através do Festival da Canção?”.

O festival que a RTP produziu pela primeira vez em 1964, “com a aprovação e estímulo do Governo de [Oliveira] Salazar”, pretendia, segundo Jorge Mangorrinha, contribuir “para a melhoria da imagem externa do país e do regime”.

Apesar de algumas faltas de comparência (1970, 2000, 2002 e 2013), Portugal é “o país que participa há mais anos sem nunca ter vencido”, refere o estudo, concretizando que, em 50 anos, “apenas nove canções ficaram dentro do top 10 das posições finais”.

O estudo, com mais de 700 páginas, foi desenvolvido na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias e teve como parceiros logísticos a Rádio e Televisão de Portugal, a Sociedade Portuguesa de Autores e a Hemeroteca Municipal de Lisboa.

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