“Tomaremos nesta matéria todas as medidas necessárias à defesa dos que consideramos serem os superiores interesses da cidade do concelho, sem que obviamente coloquemos em causa outros projetos e desde que fique salvaguardada a possibilidade desta obra ser realizada futuramente, no âmbito do quadro comunitário que se segue”, sustenta o CDS-PP.
Como o JORNAL DAS CALDAS noticiou, o CDS-PP apresentou no passado dia 16 uma proposta para a remodelação da Praça da Fruta, na sequência de diversas opiniões de personalidades dos mais diferentes quadrantes políticos, que desde há alguns anos discutem e defendem a construção de um parque de estacionamento sob o “tabuleiro” da praça e circulação automóvel por via subterrânea entre a rua General Queiroz e a rua Diário de Notícias.
No entender do CDS-PP, desta forma, o “tabuleiro” da Praça, “ex-libris” da cidade, “será devolvido aos cidadãos como espaço de lazer e local de eleição para prática de vivências ao ar livre das mais diversas vertentes, além de obviamente, continuar a funcionar como mercado da fruta, a imagem de marca da cidade, com acesso a cargas e descargas e circulação de viaturas de emergência”.
“Sendo a falta de estacionamento no centro da cidade, uma lacuna evidente desde há muito, este projeto constitui-se como uma mais-valia imprescindível à recuperação e desenvolvimento da própria “praça da fruta”, mas também de apoio ao comércio, ao repovoamento do centro da cidade e virá ainda resolver o estacionamento de apoio ao termalismo e ao turismo em geral”, argumenta.
“Não estando prevista esta obra no projeto de Regeneração Urbana em curso, entendemos que tudo deve ser feito no sentido de evitar este erro de consequências desastrosas para a economia local. Ao contrário do que vem sendo afirmado pela maioria do PSD no atual executivo camarário, existem mecanismos que permitem evitar este erro urbanístico que irá afetar irremediavelmente o desenvolvimento do concelho”, considera o CDS-PP.
Francisco Gomes



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