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Rotary Club das Caldas e Opticaldas promovem rastreio à visão nas escolas do 1º ciclo

Marlene Sousa

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Mais de mil crianças do primeiro ciclo das Escolas do Agrupamento D. João II vão durante este ano letivo fazer o rastreio à visão gratuitamente. Trata-se de uma iniciativa do Rotary Club das Caldas da Rainha e do Grupo Conselheiros de Visão, ao qual a Opticaldas pertence, com o objetivo de verem se os alunos têm problemas de visão porque pode interferir com o rendimento escolar.
O projeto iniciou no Centro Educativo de Nossa Senhora do Pópulo com o rastreio de 200 crianças

visão porque pode interferir com o rendimento escolar.

O projeto iniciou na passada segunda-feira no Centro Educativo de Nossa Senhora do Pópulo, onde até o dia 31 de outubro vão ser rastreadas cerca de 200 crianças do pré-escolar ao 4º ano.

Em novembro os rastreios terão lugar nas escolas do Avenal e da Encosta do Sol. A segunda fase do projeto iniciará no início do próximo ano, com os rastreios da visão na Escola do Coto e São Gregório. “Nestas idades, é fundamental que se façam diagnósticos. Entendemos que é o nosso dever contribuir para a saúde dos alunos e é certamente uma mais-valia, porque a prevenção é o primeiro passo para as nossas crianças crescerem mais saudáveis”, disse o presidente do clube, João Girão, revelando que foi durante um rastreio na escola que soube que o seu filho não via muito bem.

Para a realização deste rastreio a escola envia para os encarregados de educação um documento a pedir autorização para que o exame seja efetuado. Cada aluno receberá depois um pequeno relatório com o resultado do rastreio, para entregar aos pais. João Girão garante que este exame está totalmente separado da componente comercial de venda de dispositivos óticos e constitui uma componente básica e essencial dos cuidados visuais primários. “É um rastreio para dar indicação aos pais se a crianças têm algum problema visual. Mediante a informação do exame o encarregado só vai ao médico se entender e é livre de escolher o médico que pretende”, apontou o presidente do Rotary Club das Caldas.

Segundo a ortoptista Carla Vicente, o exame consta de uma avaliação sumária da visão das crianças, para ver se a acuidade e a visão cromática estão bem. O objetivo é fazer um despiste de alguns problemas nesta fase. “Um problema pode ser a “ambliopia”, que consiste na diminuição da acuidade visual de um ou de ambos os olhos devido ao “olho preguiçoso”, explicou a especialista, acrescentando que “o tratamento de ambliopia só é possível até aos 9-10 anos, e consiste essencialmente em corrigir o erro refrativo com óculos”.

João Girão revelou que para o ano que vem pretendem realizar nas Caldas um exame que é feito através de um inquérito com o objetivo de avaliar se a pessoa tem risco de vir a ser diabética.

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