Divaldo Franco, espírita, e médium, tem divulgado a doutrina espírita pelos 5 continentes do mundo, mas tem especialmente dado o exemplo, construindo (sem posses) a monumental obra social “Mansão do Caminho”. Como se não bastasse, sempre se disponibilizou para ser investigado cientificamente, ao nível mediúnico, provando a comunicabilidade e imortalidade do Espírito e, a reencarnação.
Este ano, 2013, os auditórios encheram como nunca, talvez porque os portugueses estão sedentos de paz e com fome de espiritualidade.
Divaldo Franco distribuiu os pães da amizade, sob a forma de um sorriso amigo, um conselho inopinado, uma comunicação mediúnica espontânea, vertendo de seguida a água da paz, proveniente da fonte eterna de Jesus de Nazaré, estimulando todos aqueles que o ouviam à mudança interior, à desculpa, ao perdão, ao Amor, à compreensão, à tolerância, ao entendimento, como únicos antídotos possíveis para os tempos loucos e temporários de hoje, até que chegue a nova Era, prometida por Jesus.
Desde os conceitos mais simples, às abordagens mais elaboradas da psicologia e da medicina, Divaldo Franco, qual estrela divina, deixou um rasto de luz por onde passou, bem como a esperança, o estímulo ao estudo e à melhoria pessoal, na certeza de que amanhã, todos nós seremos os herdeiros de uma Terra melhor, em futura reencarnação.
“Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a Lei” pode ler-se no túmulo de Allan Kardec (que compilou a doutrina espírita), e Divaldo Franco vem relembrar que, o grande psicoterapeuta da humanidade, Jesus de Nazaré, deixou-nos através da revelação espírita o conselho: “Fora da caridade não há salvação”.
À saída dos vários eventos, podia ver-se uma lágrima de alegria, o sorriso, o ânimo, as promessas de melhoria íntima, a relativização dos problemas pessoais estampados no rosto de cada um, procurando gravar bem fundo no seu íntimo, o foco de luz que veio dessedentar espiritualmente Portugal, deixando migalhas de amor por onde passou…
José Lucas





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