Os investigadores afirmam que o gelado tem “um grande efeito benéfico” na regularização do trato intestinal, pelo que os problemas de obstipação “serão minimizados”.
“Em termos da capacidade antioxidante associada às algas, sabemos que as algas vão minimizar problemas de stress oxidativo, que poderão dar origem a doenças cardiovasculares, oncológicas, que serão minimizadas pela capacidade de antioxidação das algas. Sendo o teor de lactose reduzido em 50 a 55%, um intolerante à lactose pode consumir este gelado”, explicou à agência Lusa Susana Bernardino, docente envolvida na investigação.
Com o aproveitamento dos recursos marinhos, os cientistas querem, neste caso, trazer as algas para a alimentação ocidental, à semelhança do que acontece na cultura oriental.
Ao fim de um ano, o resultado final é um gelado fabricado a partir de algas e uma substância denominada kefir (micro-organismos compostos), de cor verde.
O projeto de investigação, financiado por fundos comunitários em cerca de 33 mil euros, destinados a comparticipar investigadores bolseiros, insere-se na estratégia de desenvolver investigação aplicada às necessidades das empresas, criando soluções que facilitem a inovação e competitividade das empresas.



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