A medida foi anunciada após uma ação de informação e contacto com os trabalhadores do setor da restauração, hotelaria e alimentação coletiva nos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Nazaré e Peniche para fazer o levantamento dos principais problemas.
Foi criticada a “decisão dos patrões em deixar de pagar os feriados a 200% e pagar só a 50%, deixar de agar o trabalho suplementar como era pago, e retirar o descanso compensatório, deixar de atribuir a majoração das férias em 2013, dando apenas 22 dias úteis de férias”.
Foi ainda rejeitado “o valor inferior numa possível indemnização por despedimento, e o despedimento com mais facilidade, o trabalho clandestino e não declarado”.
Francisco Gomes




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