As autoridades marítimas da Foz do Arelho acionaram todos os meios necessários para retirar a carcaça da baleia piloto das rochas, tendo requisitado um rebocador de Peniche que trouxe o animal até perto da embocadura da praia da Foz do Arelho, onde se encontravam elementos dos bombeiros das Caldas que rebocaram o animal até à rampa de acesso à Lagoa de Óbidos.
Aqui várias pessoas se juntaram para visualizar a baleia até que os meios da proteção civil municipal, serviços veterinários e autoridades marítimas removeram o animal.
Segundo Sílvia Monteiro, da sociedade portuguesa de Vidas Selvagem, o arrojamento de baleias piloto não é muito frequente apesar da espécie oceânica ser comum na costa portuguesa.“Este animal já está num estado avançado de decomposição e à partida não será muito fácil determinar as causas da sua morte. Só depois de análises que a equipa fará é que poderemos determinar as causas para este incidente”, disse a bióloga.
“Vamos fazer a necropsia e retirar amostras para investigação. Muitas vezes são feitas amostras de arrojamentos para estudos de investigação e para se conhecer melhor a espécie”, concluiu.
Carlos Barroso





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