“Decidi fugir ao normal. Não quis seguir uma linha da fotografia que as pessoas estão habituadas a ver. Decidi fazer algo que chocasse as pessoas no bom sentido e que saíssem com alguma ideia na cabeça e não vissem a exposição só por ver. Quis que as fotografias transmitissem alguma mensagem. Os modelos são mulheres com corpos e tamanhos diferentes e que muitas vezes são rejeitadas pela sociedade porque há preconceitos. Contrastei com um modelo masculino com um corpo escultural para as pessoas perceberem que a beleza exterior não é tudo e que não há vergonha de se tocar em corpos que não são ditos como ideais”, descreveu a aluna de 19 anos, que apresentou este trabalho no âmbito da prova de aptidão profissional, uma vez que vai finalizar o curso de técnico de fotografia em julho, ficando com equivalência do 12º ano e o reconhecimento europeu de nível quatro.
Carlos Barroso




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