A aluna Carolina Cardiga disse que “estávamos bem preparados e não tive dificuldades”.” Não estava tanto ansiosa como no de português porque agora já sabíamos as regras. Nas aulas fizemos exercícios e expusemos as dúvidas que tínhamos”, indicou. A mãe, Rute Cardiga, relatou que “tentei transmitir-lhe que não seria o fim do mundo se corresse bem, para ela ter tranquilidade e acreditar no trabalho que tem feito”.
Yan Nacamae afirmou que “não encontrei grandes dificuldades”, embora reconhecendo que estava “um pouco ansioso”. “Foi mais fácil do que o português onde senti algumas dificuldades na interpretação do texto”, referiu.
Ricardo Melo
10 anos
“O exame correu bem. Tinha estudado muito através das fichas da professora e a minha mãe ajudou-me quando tinha tempo e também tive capacidade para estudar sozinho. Foi muito mais fácil do que o exame de português, onde tive mais dificuldade na justificação das respostas. Acabei o exame antes do final da duração prevista. Não estava nervoso”
Rafaela Manuelito
9 anos
“Apesar de algumas dificuldades em algumas questões, compreendi os exercícios que eram pedidos no exame e consegui desenvolvê-los. Tinha estudado bastante e fiz muitos problemas que estavam nos livros e fichas que a professora deu. Em casa fiz a revisão da matéria e por isso o exame correu melhor. Fiquei satisfeita”
Duarte Correia
10 anos
“Estudei muito e quando chegava a casa a minha mãe fazia imensas fichas, tirando ideias das fichas da professora e isso ajudou-me muito porque eram mais difíceis. Não estava nervoso porque a matemática é a minha disciplina preferida, por isso o exame foi fácil”
Mariana Figueiredo
9 anos
“Correu bem. Estudei com as fichas que a professora deu e em casa fiz apontamentos. Não tive dificuldade. Tudo o que saiu no exame foi aquilo que estudei. Até estudei mais coisas. Estou pronta para fazer outro teste”
Francisco Gomes









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